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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 29/04/2020

Ontem: O dólar teve uma queda contundente após cinco altas, os juros futuros recuaram fortemente e o Ibovespa cravou o segundo avanço seguido de mais de 3% em sessão que combinou menor aversão a risco no exterior, na maior parte do dia, e alívio de receios fiscais internos, com Paulo Guedes retomando controle dos programas econômicos. A notícia de que Bolsonaro decidiu reformular o programa Pró-Brasil e ajustá-lo à visão de Guedes e o acordo firmado pelo ministro com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para limitar o reajuste do funcionalismo em troca de ajuda aos estados atenuaram o estresse vivido pelo mercado desde sexta-feira, com a saída de Moro do governo, quando estrangeiros retiraram R$ 2,4 bi da bolsa. As baterias de leilões de swap e venda de dólar à vista pelo BC nos últimos dois dias também contribuíram para acalmar o câmbio. Ficou para amanhã a votação na Câmara da PEC do orçamento de guerra, que amplia o poder do BC com novos instrumentos. No EXTERIOR, as bolsas americanas devolveram as altas com a pressão negativa das ações de tecnologia após a queda da confiança do consumidor em abril ao menor nível desde 2014. Na Europa, índices subiram com perspectiva de reabertura das principais economias. Hoje: O dólar segue em baixa contra pares e o S&P sobe à espera de balanços, do PIB americano, decisão do Fomc e fala de Powell, embora sem esperar corte de juros pelo Fed e com foco em medidas para conter efeitos da pandemia. Mercados mantêm alívio, mas a pandemia prossegue. Casos de coronavírus superam 1 milhão nos EUA e 70.000 no Brasil. Agenda interna traz IGP-M após deflação do IPCA-15 ajudar a derrubar os juros ontem, resultado do governo central e prévia da B3, além de votação do orçamento de guerra e videoconferências com Guedes e Teich. Bom dia a todos.

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