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  • Mateus Cosac

Morning Call - 28/07/2020

Ontem: O ressurgimento de surtos de coronavírus em diversos países alimentou a expectativa de um Fed ainda mais dovish no seu encontro de amanha, o que teve efeitos diretos nos mercados lá fora e também no Brasil. O dólar acentuou sua tendência global de queda e, aqui, caiu abaixo de R$ 5,16, em baixa de 1,6%. Os juros futuros recuaram e a curva passou a precificar 20 pontos de corte da Selic no Copom da próxima semana, com revisão para baixo do IPCA na pesquisa Focus, após prévia do índice abaixo do esperado na sexta-feira. As bolsas americanas subiram e o Ibovespa também, ao maior nível em mais de quatro meses, puxado por Vale e bancos.


Hoje: A escalada das moedas emergentes e do ouro com expectativa de Fed dovish, que ajudou os ativos brasileiros ontem, tem pausa nesta manhã. Num dia de agenda variada, mas sem um catalisador dominante, o mercado monitora notícias sobre empresas e dados econômicos. Conta corrente brasileira pode mostrar aumento do superávit e Caged deve revelar perda menor de emprego, embora em nível ainda alto. Na cena corporativa, teles revisam oferta pela Oi e AES Corp vence batalha por AES Tietê, segundo fontes. Ação do Carrefour dispara na Europa com resultado acima do esperado na unidade brasileira, IPO da Pague Menos pode levantar R$ 1 bi e Riva 9 define preço. Em linha com o tom recente mais pacífico do governo na política, chanceler brasileiro diz que o Brasil, mesmo sendo aliado de Trump, está pronto para lidar com Biden. Contraponto vem do Congresso, onde bloco que apoia governo sofre baixa do DEM e MDB. Agenda ainda traz leilão de linha para rolagem aqui e dado da Conference Board nos EUA.


Bom dia a todos.

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