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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 25/01/2022

Ontem: O cenário de aversão ao risco no exterior, com as tensões entre Rússia e Ucrânia, às vésperas de decisão do Fed sobre política monetária, contagiou os ativos domésticos. O Ibovespa perdeu em torno de 1%, na esteira das baixas das bolsas americanas, que chegaram a cair 4%, e do recuo de quase 2% do petróleo e de outras commodities, como o minério, que abateu Vale depois de novas restrições da China às siderúrgicas. O dólar subiu perto de 1%, acompanhando avanço da moeda americana no exterior com a busca dos investidores por segurança, que também levou à baixa dos rendimentos dos Treasuries. Já os juros futuros recuaram nos vértices médios e longos. Expectativas de menor crescimento, de arrefecimento da pressão do petróleo sobre a inflação e potencial redução de tributos sobre combustíveis ajudaram no movimento por aqui. Fiscal segue no radar depois que orçamento 2022 foi sancionado por Bolsonaro.


Hoje: Futuros de ações de NY caem, na contramão das bolsas europeias, após S&P 500 mostrar reação no fechamento ontem depois de perder 4% na mínima. Dólar e juro dos treasuries avançam e commodities estão mistas. Volatilidade deve seguir alta com tensão entre EUA e Rússia sobre a Ucrânia, ainda que Moscou negue uma invasão do país vizinho e prossigam os esforços por solução diplomática. Fed inicia reunião que deve culminar amanhã com indicação de início do ciclo de alta de juros em março. Agenda traz dados de confiança do consumidor aqui e nos EUA. Juros futuros podem reagir ao leilão de LFT e NTN-B do Tesouro. No câmbio, BC encerra rolagem dos swaps que vencem em março. No corporativo, Madero e ISH Tech desistem de IPO e oferta da BR Partners tem definição de preço.


Bom dia

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