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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 24/07/2020

Ontem: A queda das bolsas americanas, mais intensa no período da tarde, teve reflexo direto na piora dos ativos brasileiros. Em NY, pesaram o aumento inesperado de pedidos de seguro-desemprego e a queda das ações de tecnologia. Aqui, o dólar interrompeu uma sequência de três dias de queda para subir até 2,1% na máxima do dia. O Ibovespa caiu quase 2%, perdendo 2.000 pontos de um dia para o outro e com apenas seis ações em alta. Notícia de que o BNDES retomou conversas para a venda da carteira de ativos, pesou nas ações da Petrobras e da Vale. Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, manifestou confiança no ministro Paulo Guedes e disse ser importante tirar ruído da relação governo/Congresso, após críticas sofridas pela proposta de reforma tributária apresentada pelo ministério.


Hoje: Bolsas e metais caem no exterior após China fechar um consulado americano no país, retaliando medida equivalente anterior de Washington. Por ora, impacto negativo da medida, que era esperada, é moderado. Moedas têm desempenho misto e petróleo sobe. PMIs europeus superam estimativas e ajudam a amenizar receios de que tensão EUA-China emperre a melhora da economia global. PMIs que saem nos EUA podem influenciar as expectativas após surpresa negativa com seguro-desemprego ontem. Aqui, Bolsonaro diz não à reoneração da cesta básica e Maia ensaia paz com Guedes, prometendo apoio à agenda. IPCA-15 tem estimativa de aceleração que, se confirmada, pode manter em dúvida um novo corte da Selic. Em meio à alta volatilidade do real, Bruno Serra, do BC, fala em webinar da corretora de câmbio da XP. Agenda ainda tem confiança do consumidor, estreias das novas ações da Dimed e Irani na B3 e balanço da Hypera após-mercado. Brasil mantém números altos da Covid-19 após recorde.


Bom dia e bom final de semana a todos.

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