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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 22/07/2021

Ontem: Ativos locais acabaram por acompanhar mais de perto a melhora externa à tarde, depois de hesitarem pela manhã com o noticiário político relacionado a mudanças ministeriais trazendo alguma cautela. O dólar virou para queda e fechou abaixo de R$ 5,19, depois de ter chegado a subir 1,1% mais cedo. Juros futuros reduziram a alta até o encerramento da sessão regular. E a bolsa ganhou um fôlego maior ao final do pregão, fechando em alta de 0,4%, com Vale e Petrobras na liderança dos ganhos. Alguns analistas também citaram como notícia positiva a queda nas internações por Covid-19 no estado de São Paulo. Em NY, as bolsas subiram com balanços ofuscando preocupações com o impacto econômico da variante delta. Ministro Paulo Guedes confirmou que haverá uma “reorganização interna” na área de emprego e renda.


Hoje: Mercado global mantém viés positivo, com bolsas, petróleo e maioria das moedas emergentes em alta. Investidores seguem otimistas com balanços e não reverteram a visão positiva sobre o crescimento econômico, apesar dos receios com a variante delta da Covid que derrubaram os ativos na segunda-feira. Euro mostra estabilidade antes de decisão do BCE e fala de Lagarde. Dados de auxílio-desemprego e moradias são destaque nos EUA. No Brasil, juros futuros podem reagir ao leilão do Tesouro. No corporativo, follow-on da Magazine Luiza divide holofotes com IPOs e, após o fechamento, Petrobras divulga relatório de produção. Na política, mercado monitora mudanças no governo, que estariam abrindo espaço maior ao centrão para se fortalecer contra pressões no Senado.


Bom dia