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  • Mateus Cosac

Morning Call - 21/10/2019

Na sexta feira, o dólar operou em queda o dia todo, movimento que se acentuou após o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, dizer que o real pode se fortalecer se o programa de concessões e privatizações trouxer recursos para a economia real. A moeda brasileira caiu mais de 1%, a R$ 4,11, beneficiada também pela valorização das divisas emergentes no exterior e do comportamento dos juros futuros, que tiveram pouca variação e ajustaram a aposta de queda da Selic. O Ibovespa encerrou o pregão em queda, apesar da produção recorde da Petrobras e oferta do Banco do Brasil. O índice seguiu o tom negativo de NY, com maior queda das ações da Boeing desde 2016. Investidores esperam votação final da Previdência e resultados do terceiro trimestre. Lá fora, as bolsas americanas reduziram a queda ao final do pregão. Rendimento das treasuries tiveram leve queda para 1,74%. O vice-presidente do Fed, Richard Clarida, deixou a porta aberta para um terceiro corte de juros ao dizer que as perspectivas para o crescimento dos EUA são favoráveis, mas o BC americano “agirá conforme apropriado” para sustentar a expansão em meio a riscos.


A semana começa cm agenda cheia por aqui. Pesquisa Focus deve corroborar expectativa de inflação e juros menores a pouco mais de uma semana do Copom. Projeções para PIB também são monitoradas, após Caged surpreender em setembro. Senado pode concluir Previdência amanhã, abrindo espaço para governo focar outros pontos de sua agenda. Nesta manhã, com agenda fraca no exterior, bolsas têm leve alta e dólar recua ligeiramente com balanços, guerra comercial e Brexit no radar. B3 tem vencimento de opções. Mercados ainda avaliam possível efeito da decisão do STF sobre 2ª instância no cenário político brasileiro, enquanto protestos geram tensão no Chile e Argentina se prepara para eleição.


Bom dia e boa semana a todos.

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