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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 21/07/2020

Ontem: Ativos brasileiros ampliaram ganhos no período da tarde, animados pelo impulso externo de melhora nas bolsas americanas e, internamente, pela expectativa de apresentação da proposta do governo de reforma tributária ao Congresso hoje. Ibovespa estendeu alta pelo segundo dia seguido, encerrando com valorização de 1,5%. Papéis de varejistas, Tim e Vivo foram destaques positivos. Ao final do dia, o dólar devolvia alta de sexta-feira e os juros futuros encerraram a sessão regular em baixa. LÁ FORA, o S&P 500 subiu ao nível mais elevado desde fevereiro. Ações de tecnologia foram destaques de alta enquanto investidores aguardavam a divulgação de resultados de empresas ao longo da semana, entre elas Microsoft, Intel, Tesla e Twitter. Vacina experimental que a AstraZeneca esta desenvolvendo com a Universidade de Oxford mostrou resposta imunológica dupla, segundo os organizadores do estudo.


Hoje: Bolsas europeias ganham fôlego extra após a União Europeia fechar acordo para plano de estímulos de 750 bilhões de euros. S&P futuro e commodities também avançam, enquanto dólar recua contra pares emergentes. No Brasil, governo envia sua proposta de reforma tributária ao Congresso às 14:30. Apesar da falta de consenso, a expectativa de retomada da agenda reformista após meses de gastos contra a pandemia ajudou ontem o dólar a cair e a bolsa a superar os 104.000 pontos. Câmara também pode votar hoje o Fundeb e jornais citam acordo sobre o tema. Agenda enxuta é salva pela intensa movimentação das empresas. Vale tem produção pouco abaixo do previsto e, após o mercado, a Petrobras solta seu relatório. País supera as 80.000 mortes por Covid-19, mas números diários seguem menores. Reabertura gradual prossegue com shoppings da Aliansce Sonae e Multiplan. Nos EUA, onde novos casos seguem como contraponto à recuperação econômica, presidente Trump passa a defender uso de máscaras.


Bom dia a todos.

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