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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 19/11/2020

Ontem: A notícia de que a cidade de Nova York fechará escolas a partir de hoje, por precaução diante do aumento de contágios pelo coronavírus, atingiu em cheio os ativos brasileiros no final da tarde, piorando o humor nos negócios e incentivando realizações, após os ganhos das últimas sessões. O dólar subiu, depois de cair até a casa de R$ 5,27 no final da manhã, com declaração do diretor Bruno Serra de que o volume estimado de overhedge, de US$ 15 bilhões, é significativo e que o BC atuará se o mercado não tiver como absorver. Os juros futuros, que já subiam na expectativa do leilão do Tesouro de hoje, ampliaram a alta. E o Ibovespa acabou perdendo o patamar dos 107.000 pontos, primeira queda em quatro sessões. A Fitch reiterou rating do Brasil em BB-, com perspectiva negativa, citando a situação fiscal.


Hoje: Tesouro faz sua oferta de títulos prefixados e LFTs nesta quinta-feira após expectativa com leilão ter ajudado a impulsionar os juros futuros ontem. Dia começa com bolsas e moedas emergentes em baixa, ainda refletindo decisão de Nova York de fechar escolas, que já derrubou as ações em Wall Street na sessão anterior, e redução das viagens de metrô. Medidas renovam o receio de que a 2ª onda da covid leve à retomada de restrições que barrem a melhora da economia. Notícias sobre avanços das vacinas prosseguem aqui e no exterior, mas são insuficientes para evitar a baixa dos ativos esta manhã. Agenda é esvaziada no Brasil e destaca seguro-desemprego nos EUA. Reformas seguem sem perspectivas de avanços relevantes este ano, mas Guedes mantém otimismo com crescimento em 2021.


Bom dia a todos.

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