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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 19/05/2020

Ontem: O bom humor externo com notícias sobre uma vacina experimental contagiou os ativos brasileiros, ao alimentar expectativas de que as economias globais possam ter uma recuperação mais rápida. O dólar caiu mais de 2% e a bolsa subiu acima de 4%, com desempenhos melhores do que pares, compensando perdas maiores recentes advindas da crise política interna. Por um dia, os imbróglios do governo ficaram em segundo plano, no radar de monitoramento. Os ativos brasileiros estão baratos, disse o UBS, mas falta gatilho para um rali. Cidade de São Paulo deve ter feriado prolongado a partir desta semana para conter o vírus, à medida que os casos seguem avançando e o Brasil caminha para se tonar o terceiro país em número de infectados. LÁ FORA as bolsas americanas atingiram níveis do início de março depois da notícia sobre a vacina.


Hoje: Bolsas externas têm baixas moderadas e devolvem parte da forte alta de ontem. O sentimento positivo, contudo, sobrevive nas moedas emergentes, que se valorizam junto com as commodities, ainda beneficiadas pelos sinais de retomada da demanda. Mercado monitora fala de Powell, que derrubou as bolsas com o tom pessimista de seu último pronunciamento na semana passada, e novos lances da disputa EUA-China. No Brasil, o debate da vez é sobre o possível feriadão em São Paulo e eventuais efeitos no funcionamento da B3 e bancos. IPC-Fipe mostra deflação se aprofundando e governo publica decreto de ajuda às elétricas. Agenda traz reunião de diretores do BC com mercado. Pandemia se expande no país, que se torna o 3º do mundo em casos, mas sinais de estabilização em SP podem impedir lockdown. Bancos tentam conter pauta-bomba no Congresso, enquanto veto de Bolsonaro e vídeo de reunião seguem pendentes.


Bom dia a todos.

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