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  • Mateus Cosac

Morning Call - 18/11/2020

Ontem: Dólar estendeu a queda pelo segundo dia seguido e caiu mais de 1,5%, após comunicado na vespera do Banco Central ser visto como um sinal de que a autoridade pode atuar com swap para evitar uma disparada das cotações com a redução do overhedge. Analistas apontam fluxo estrangeiro dirigido à bolsa como outro motivo da baixa do dólar por aqui. Ibovespa subiu quase 1%, na contramão de NY, onde o aumento de casos de coronavírus ofuscou o otimismo com as vacinas. Real teve o segundo maior ganho em cesta de 24 moedas emergentes. Juros futuros fecharam em queda, na esteira do movimento do câmbio. Lá fora, as bolsas americanas cairam. A taxa de testes positivos de Covid-19 em Nova York durante um período de sete dias ficou abaixo do limite que levaria ao fechamento de escolas, no entanto New Jersey afirmou que a ocupação de leitos de UTIs quadruplicou nas últimas seis semanas.


Hoje: Dólar pode estender baixa com a 4ª queda do índice da moeda norte-americana no exterior. Globalmente, perspectiva dovish do Fed ajuda a enfraquecer a moeda americana, enquanto as commodities como minério de ferro, favorecidas pela China, sustentam as divisas de emergentes. Ainda no exterior, bolsas estão em alta leve e febre das criptomoedas retorna, levando a bitcoin aos US$ 18.000. Avanço da pandemia traz cautela que é parcialmente mitigada pelas notícias sobre vacinas, com o Brasil recebendo apoio sobre o tema do bilionário Lemann. Governo federal conversa com Pfizer, enquanto, em SP, Doria promete Coronavac amanhã, dizem jornais. Em Brasília, reformas de maior peso devem esperar 2º turno, mas governo tenta destravar pauta com matérias mais pontuais. Agenda destaca mais uma fala de Campos Neto, prévia do IGP-M e opções sobre o Ibovespa aqui e dado de moradia nos EUA. Noticiário corporativo variado traz oferta da Vale para encerrar caso Brumadinho, compra da Linx pela Stone e demanda pelo IPO da Rede D’Or.


Bom dia a todos.

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