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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 18/02/2020

Ontem: O dólar voltou a subir por aqui ontem em dia de feriado nos EUA e ausência do BC no mercado, o que acabou tendo leve efeito nos juros longos, que passaram a operar com viés de alta à tarde. Alteração nas taxas, no entanto, foi pequena, mostrando que o mercado de juros segue bastante resiliente à alta do dólar. Também a trajetória de queda do risco país seguiu inabalada: CDS 5 anos caiu pelo 5º dia seguido e ao menor nível desde novembro de 2010. O Ibovespa retomou os 115.000 pontos, puxado por Vale e na esteira dos ganhos das bolsas europeias com promessas da China de apoiar a economia em meio ao surto de coronavírus. NO EXTERIOR, as bolsas europeias e os futuros dos índices nos EUA subiram após a China, Hong Kong e Cingapura prometerem estímulos fiscais extras para combater o impacto econômico do coronavírus. O

BC chinês injetou US$ 29 bi em empréstimos de um ano para bancos comerciais e reduziu a taxa de juros em 10 pbs para 3,15%, o menor nível desde 2017. O número de mortes provocadas pela doença chega a 1.775; infectados passam de 71.000.


Hoje: A aversão ao risco volta aos mercados após a Apple cortar sua perspectiva de vendas e alertar que fábricas chinesas retomam produção mais lentamente que o previsto. Bolsas e moedas emergentes caem com receio de impacto econômico mais duradouro do coronavírus antes de NY reabrir após feriado. Agenda externa destaca índice do setor manufatureiro nos EUA e balanço do Walmart. No Brasil, IGP-M pode ter deflação em prévia após IPC-Fipe superar previsão, mas mantendo nível baixo. Dólar segue sem leilões de swap que aplacaram a pressão cambial nas duas últimas sessões da semana passada.


Bom dia a todos.

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