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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 16/07/2020

Ontem: O otimismo dos investidores com notícias sobre vacinas contra o coronavírus acabou preponderando para a alta das bolsas americanas e do Ibovespa, depois de alguma hesitação com tensões EUA/China. Já no câmbio, a questão geopolítica continuou incomodando e ofuscou o bom humor, a ponto de o Índice Dólar reduzir sua queda diante da convocação, pela China, do embaixador americano em protesto pela decisão do presidente Donald Trump ordenar o fim do status especial de Hong Kong. Aqui, o dólar foi além e passou a subir ao final da tarde, enquanto o real mantinha a forte volatilidade vista nos últimos dias. Juros futuros acompanharam o movimento do câmbio e taxas devolveram a baixa na maioria dos contratos. O CDS brasileiro de 5 anos reduziu a 1ª queda em sete sessões, depois de ter chegado a cair quase 4%.


Hoje: Bolsas globais e moedas emergentes recuam após dados mistos na China, devolvendo parte dos ganhos gerados ontem pelo otimismo com vacinas. Números chineses mostraram que as vendas no varejo em junho decepcionaram, apesar de o PIB do 2º trimestre ter crescido mais que o estimado. Mercado ainda monitora decisão do BCE, seguido por fala de Lagarde, e dados do varejo e seguro-desemprego nos EUA. No Brasil, Campos Neto fala em evento do Itaú às 14:00 com mercado dividido entre apostas em manutenção e corte da Selic. Agenda local ainda traz leilão do Tesouro, um tradicional fator de pressão nos DIs, e IPC-S. Após Câmara buscar protagonismo, governo apresentará a 1ª etapa da sua reforma tributária até 6ª, dizem fontes. Ainda no Congresso, veto de Bolsonaro a artigo do marco do saneamento recebe críticas, segundo os jornais. Senado aprova ajuda ao setor aéreo, mas deixa caducar MP de mudanças trabalhistas. No noticiário corporativo, oferta da JHSF movimenta R$ 399,8 mi e Sabesp recebe autorização de reajuste. Números da Covid mostram queda no país.


Bom dia a todos.

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