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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 15/09/2020

Ontem: O mercado brasileiro se beneficiou nesta segunda-feira do apetite ao risco visto no exterior, em meio à onda de fusões e aquisições e sinais de progresso para uma uma vacina contra a Covid-19. O dólar caiu abaixo dos R$ 5,28 e o real situou-se entre os maiores ganhos em cesta de divisas emergentes. Juros futuros também cederam, enquanto mantiveram a precificação de Selic estável no Copom de amanha. O Ibovespa avançou 1,9% e fechou acima dos 100.000 pontos pela primeira vez em três dias. A onda de negócios no exterior teve representação no mercado local, já que a Ser Educacional anunciou a compra dos ativos da Laureate Education no Brasil, alvo de interesse também da Yduqs. Paulo Guedes voltou a alertar sobre os gastos durante a pandemia.


Hoje: Bolsas europeias sobem pelo 3º dia e o yuan lidera ganhos entre moedas emergentes após dados da indústria e varejo superarem estimativas na China, mostrando que os consumidores do maior parceiro comercial do Brasil aderiram à retomada. Números de empresas de varejo e expectativa de Fomc dovish amanhã também ajudam a sustentar humor positivo. Yield brasileiro de 10 anos recua em manhã de alta para taxa dos treasuries, em meio ao apelo das compras de títulos emergentes sem hedge. EUA divulgam o Empire Manufacturing, com estimativa de aceleração em setembro, e produção industrial de agosto. No Brasil, agenda esvaziada na véspera da decisão do Copom traz nova projeção do governo para PIB, Guedes em evento e leilão de NTN-B. Governo busca opções para reduzir gastos e compensar o Renda Brasil, dizem jornais. No corporativo, Plano & Plano precifica IPO e JBS se junta à nova onda de resgate de dívida externa, que não deve pressionar dólar como no ano passado, segundo analistas.


Bom dia a todos.

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