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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 15/01/2020

A inflação abaixo do esperado nos EUA para o mês de dezembro interrompeu a sequência de altas do dólar ontem, sem neutralizar no entanto a forte alta da véspera que reforçou apostas contra o real. No final da tarde, a moeda chegou a reduzir a baixa e o Ibovespa a ampliar a queda com a notícia de que as tarifas americanas a produtos chineses devem permanecer pelo menos até a eleição presidencial dos EUA, apesar da iminente assinatura da 1ª fase do acordo comercial. Os juros futuros caíram em meio a frustração com o dado abaixo do previsto do setor de serviços depois da decepção com a produção industrial. No EXTERIOR, as bolsas americanas recuaram das máximas após a notícia sobre a permanência das tarifas até depois da eleição presidencial nos EUA. As medidas para redução das tarifas dependerão do cumprimento de Pequim dos termos da 1ª fase do acordo comercial.


Hoje as atenções se voltam à divulgação das vendas do varejo que devem refletir o efeito Black Friday de novembro e contribuir para a avaliação do estágio de recuperação da economia. No exterior, EUA e China devem assinar a 1º fase do acordo e notícias sobre primeiros detalhes não parecem promissoras. Agenda ampla ainda traz PPI, Empire Manufacturing, livro bege e balanços nos EUA. EUA priorizam Brasil na OCDE, revertendo mal estar anterior com preferência por Argentina, enquanto governo prevê R$ 150 bi em privatizações. Bolsas externas caem levemente e dólar index sobe nessa manhã.


Bom dia a todos.

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