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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 14/09/2020

Sexta: A volatilidade no exterior minou o bom humor dos ativos brasileiros visto pela manhã e acabou por acionar o modo cautela dos investidores antes do fim de semana. As bolsas americanas atingiram mínimas à tarde e depois buscaram alguma recuperação, mas este último movimento não foi acompanhado tão de perto por aqui. O Ibovespa fechou em queda e os juros futuros médios e longos encerraram sessão regular em alta. O dólar passou a subir à tarde e só apagou o avanço bem ao final dos negócios. Vale destacou-se com alta de quase 6% após retomar dividendos e a Petz disparou 22% na estreia. Na semana, a bolsa caiu quase 3%, na segunda queda semanal seguida. Já o dólar subiu de 0,3% no período. LÁ FORA, o S&P 500 ficou perto da estabilidade enquanto o Nasdaq caiu pela quinta vez em sete dias na pior semana desde março. O índice acumula perdas de 11% desde o recorde de 2 de setembro.


Hoje: S&P futuro sobe em torno de 1%, índice dólar aponta 2ª baixa seguida e minério de ferro avança após bolsas globais terem duas semanas de perdas. Mercado ensaia adotar um viés mais positivo sustentado por notícias favoráveis sobre vacinas e grandes negócios corporativos. Oracle bate Microsoft em disputa por TikTok, Nvidia paga US$ 40 bilhões pela Arm e Gilead concorda em comprar farmacêutica com foco em remédios para câncer por US$ 21 bilhões. Melhora de sentimento não é geral. Bolsas europeias anulam alta registrada mais cedo e petróleo cai antes da Opep+. Semana é decisiva para os juros em vários países, com destaque para o Copom no Brasil e o Fomc nos EUA - ambos com expectativa de taxa estável, com investidor focando nas sinalizações dos BCs. Nesta segunda, IBC-Br tem estimativa de alta em julho, reduzindo a retração anual. China divulga produção indutrial e varejo à noite. No corporativo, estados tentam manter negócios da Petrobras, segundo o Estado, e Ser Educacional acerta compra de operações no Brasil da Laureate Education.


Bom dia e boa semana a todos.

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