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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 13/05/2022

Ontem: A volatilidade dominou a sessão desta quinta-feira. O dólar chega ao final da tarde com leves oscilações enquanto o índice da moeda no exterior subiu com a busca por ativos seguros. Os juros futuros encerraram a sessão regular em alta. Em NY, as bolsas apagaram as perdas pouco antes do fechamento depois que a presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly, disse que um aumento de 0,75pp nos juros “não é uma consideração primária”. Por aqui, Ibovespa subiu pela segunda sessão impulsionado pelo setor financeiro após resultados bem recebidos do Banco do Brasil. XP disparou com notícia de que a Charles Schwab avalia fatia do Itaú. Petrobras subiu após fortes oscilações em meio a notícia de que o governo quer segurar os preços do diesel por meio do conselho da estatal. Vale liderou as ações em baixa com a piora das perspectivas para a demanda de minério em razão de casos de Covid em Xangai. Minerva despencou 8% após queda do lucro.


Hoje: Bolsas globais sobem na última sessão de uma semana de alta volatilidade após o presidente do Fed, Jerome Powell, dizer em entrevista que não está “considerando ativamente” um aumento de 0,75pp da taxa de juros. Yields dos treasuries, criptomoedas e petróleo sobem, enquanto dólar interrompe alta, mas incertezas sobre inflação e juros, sanções contra a Rússia e Covid na China limitam a melhora do apetite ao risco. Divulgação do sentimento de Michigan, com estimativa de leve desaceleração, e falas de dirigentes do Fed Kashkari e Mester estão no radar nos EUA. No Brasil, agenda esvaziada se limita a balanços. Petrobras nega conversas com Cade sobre mudança em política para combustível. Jair Bolsonaro diz que recorrerá à Justiça para redução. BC libera R$ 3,8 bi ao reduzir exigências de capital para bancos. Proposta da instituição de elevar salários em 22%, depois retirada, gera desconforto por ir contra aumento menor do governo e poder pressionar inflação e o fiscal.


Bom dia e bom final de semana

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