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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 12/08/2020

Ontem: O Ibovespa fechou em queda de mais de 1%, depois de reverter alta no meio da tarde sob o peso da realização de lucros, especialmente em Vale e Petrobras, e da pressão das bolsas em NY, com as dificuldades para um novo pacote de estímulos nos EUA. Já as ações das aéreas dispararam com a perspectiva de vacina contra o coronavírus. O dólar manteve-se em queda, a primeira em cinco dias, mesmo depois de o Índice Dólar anular a baixa. O real acompanhou a valorização de moedas pares emergentes. Os jurosu futuros caíram até os primeiros vértices de 2023 e subiram dali em diante, em reflexo dos receios fiscais, ainda que a ata do Copom tenha reforçado tom dovish. LÁ FORA, o S&P 500 e o Dow Jones reverteram a alta no final da tarde e juntaram-se ao Nasdaq, que já cedia. O apetite pelo risco impulsionado principalmente pela intenção de Donald Trump de reduzir o impostos sobre ganhos de capital deu lugar à cautela pelo impasse sobre as negociações para novo pacote de estímulo no Congresso.


Hoje: Mattar e Uebel, responsáveis pela desestatização e desburocratização no governo, deixam cargos e Guedes diz que foi por atrasos na privatização e no envio da reforma administrativa. Em outro campo, o ministro da Economia faz dobradinha com Maia na defesa do teto de gastos. Presidente da Câmara ainda descarta prorrogação do estado de calamidade. Reação da economia é testada novamente pelo dado de varejo de junho, que tem estimativa de alta mensal. Agenda forte de balanços tem Via Varejo, frigoríficos e Eletrobras após fechamento do pregão. Receita da XP supera estimativas e Stone ofertará US$ 1 bi para financiar compra da Linx. No exterior, viés positivo prevalece, sobretudo nas bolsas, mas sem um catalisador claro antes da divulgação do CPI nos EUA. Yields têm altas fortes e índice dólar volta a ceder após moeda fechar ontem com 1ª queda em cinco dias contra o real.


Bom dia a todos.

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