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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 11/08/2020

Ontem: O dólar reverteu a queda vista pela manhã e subiu à tarde, na esteira do fortalecimento da moeda americana no exterior. Em mais uma demonstração da sua volatilidade, o real passou de melhor desempenho do dia entre emergentes para uma posição entre os piores. Mas agora a lira da Turquia superou a moeda brasileira como divisa mais volátil no grupo. Os juros futuros encerraram a sessão regular também em alta modesta, mas com fraca liquidez. Já o Ibovespa conseguiu se recuperar ao longo da sessão, puxado por Vale e Petrobras. A perspectiva de mais estímulos para a economia americana favoreceu o petróleo e se sobrepôs às tensões EUA/China. No âmbito fiscal, Rodrigo Maia e Tarcísio de Freitas defenderam o teto de gastos, o que deu algum alento pela manhã, mas sem desfazer a ideia no mercado de que o risco fiscal é uma incerteza presente. LÁ FORA, as bolsas americanas tiveram desempenhos mistos, enquanto o petróleo avançou. S&P 500 teve alta leve e se aproximou de recorde histórico, enquanto realização de lucros no setor de tecnologia fez o Nasdaq ceder.


Hoje: O mercado de juros busca na Ata do Copom explicações sobre a sinalização do comunicado de que um eventual novo corte será com “gradualismo adicional” e que o BC não antevê alta dos juros - ao contrário do que a curva segue precificando para 2021. Às 16:30, Campos Neto fala em evento virtual aberto à imprensa sobre crédito imobiliário. Agenda do dia, que começou com IPC-Fipe perto das projeções e lucro do BTG acima das estimativas, ainda traz PPI nos EUA. Clima externo é positivo, com bolsas, minério de ferro e moedas emergentes em alta após Trump acenar com corte de impostos sobre ganhos de capital. Alívio da pandemia em partes dos EUA e perspectivas com economia chinesa também são citados como motivos da menor aversão ao risco.


Bom dia a todos.

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