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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 08/04/2020

Ontem: O apetite ao risco se prolongou pelo segundo dia seguido nos mercados internacionais, com reflexos diretos no brasileiro, pelo menos até o final da tarde, quando as bolsas americanas perderam os ganhos. Ao longo da maior parte da sessão, prevaleceu o otimismo diante de dados melhores sobre o coronavírus, como os da China, que não registrou mortes pela primeira vez desde o início da pandemia. O dólar caiu, os juros futuros cederam e o Ibovespa subiu mais de 3%, retomando o patamar de 76.000 pontos, com bancos e Petrobras entre destaques. A temperatura política doméstica baixou com a permanência, por ora, do ministro Mandetta no Ministério da Saúde. No EXTERIOR, as bolsas americanas reverteram a alta ao final da sessão após o S&P 500 tocar o território de bull market em meio ao otimismo de que a propagação do coronavírus esteja em fase de desaceleração nas principais economias. Hoje: Mercados adotam cautela com rumos da pandemia e seus impactos na economia após União Europeia não chegar a acordo sobre resposta à crise. Bolsas europeias caem, interrompendo dois dias de alta, e dólar se fortalece ante euro e demais pares. Em manhã sem direção clara, S&P futuro opera de lado, enquanto EUA buscam plano para reativar economia, e petróleo sobe. Brasil tem recorde de 1.661 novos casos da Covid-19 em um dia e Bolsonaro se reúne com Mandetta em meio a sinais de que divergências no combate à pandemia no país persistem. Na véspera do IPCA, agenda traz Campos Neto em evento do Credit Suisse, prévia do IGP-M, dado de serviços e rolagem de swaps. Empresas seguem se ajustando ao cenário: B3 flexibiliza regras para empresas, Magazine Luiza reduz salário de executivos. Bom dia a todos.

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