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  • Mateus Cosac

Morning Call - 06/10/2020

Ontem: O alívio para os ativos com sinalizações em defesa do teto de gastos e uma força tarefa para melhorar o clima entre os poderes recebeu reforço ao final da tarde depois que o presidente Donald Trump disse que teria alta hospitalar. O dólar ampliou a queda com o tuíte do presidente americano e bateu nos R$ 5,56, com desvalorização de mais de 2%. Os juros futuros registraram baixas de mais de 15 pontos nas taxas médias e longas. Mais cedo, o senador Márcio Bittar disse que qualquer solução para o Renda Cidadã respeitará o teto de gastos. Já Rodrigo Maia defendeu a união de esforços para resolver a questão fiscal, após café da manhã com Jair Bolsonaro. O Ibovespa subiu mais de 2% e voltou ao nível de 96.000 pontos com ações da Petrobras à frente em sessão de alta do petróleo e com as bolsas em NY perto das máximas ao final do pregão. LÁ FORA, as bolsas americanas fecharam nas máximas do dia.


Hoje: O Ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, indicam reconciliação em jantar ontem a noite e defenderam as reformas e o teto de gastos. Afinação das duas autoridades tem papel crucial para a agenda do governo e para o atual momento do país. CDS mantém baixa nesta manhã após despencar na sessão anterior. Alívio nos riscos fiscais, que deve ser testado quarta-feira com apresentação do Renda Cidadã, pode manter ativos brasileiros com desempenho superior aos pares hoje. Exterior tem manhã mista em meio a dúvidas sobre saúde de Trump, com bolsas e moedas emergentes em leve baixa, enquanto a maioria das commodities sustenta alta. Agenda é fraca em indicadores, mas tem potencial de mover mercados com falas de Powell e Lagarde no exterior e Campos Neto em evento aberto no Brasil. Apesar do noticiário animador para mercados na abertura desta semana, FMI alerta sobre riscos para o país. Bancos dizem para Havan adiar IPO bilionário, segundo fontes, e Sequoia precifica ação abaixo da faixa anterior.


Bom dia a todos.

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