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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 04/06/2020

Ontem: O bom humor global com a perspectiva de reabertura de economias deu sequência aos ganhos dos ativos de risco, ao enfraquecimento do dólar e às valorizações das moedas emergentes e das ações. Na segunda queda seguida, o dólar chegou bem perto de R$ 5,00 e ainda que tenha desacelerado movimento a partir do meio-dia chegava ao final da tarde com queda de 2%. E a bolsa completou o quarto pregão seguido de alta, atingindo os 93.000 pontos. O Tesouro aproveitou a janela de oportunidade para emissão de títulos de 5 e 10 anos em dólar e o real voltou a ser destaque de ganhos entre principais moedas globais e emergentes. Trégua política deu mais folga aos ativos brasileiros para acompanharem o otimismo geral. LÁ FORA, as bolsas americanas estenderam o rali com otimismo por uma rápida recuperação econômica após a pandemia. O índice Nasdaq ultrapassou brevemente durante a sessão o fechamento recorde em fevereiro.


Hoje: Bolsas fazem pausa no rali sustentado pelo otimismo com a retomada da economia e alívio da pandemia no exterior. Moedas emergentes e commodities também interrompem ganhos, mas por ora as perdas dos ativos de risco são moderadas, sugerindo mais uma parada para respiro na recuperação das cotações do que reversão de tendência. Investidores aguardam encontro do BCE, que deve elevar estímulos, e seguro-desemprego dos EUA, que traz pista sobre ritmo da economia americana na véspera do payroll. Em meio à retomada do interesse do investidor pelo Brasil, Tesouro capta US$ 3,5 bilhões, após emissão de US$ 3,25 bilhões completada pela Petrobras. BNDES também quer captar este ano. Após trégua política ajudar dólar a buscar os R$ 5,00 e bolsa superar 93.000 pontos ontem, o TSE pauta ação sobre cassação da chapa de Bolsonaro para próxima semana. Covid tem novo recorde de vítimas no país. Na cena corporativa, Via Varejo aprova oferta primária, Centauro tem definição de preço de ação e Petrobras aumenta preço do gás.


Bom dia a todos.

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