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  • Mateus Cosac

Morning Call - 03/12/2018

O Ibovespa chegou a registrar nova máxima histórica na sexta feira durante o pregão. Foram 90.245 pontos, mas não conseguiu sustentar alta (-0,23% aos 89.552 pontos) até o final da sessão, penalizada por queda de bancos e notícia da Folha de que a Polícia Federal vai investigar o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, a pedido do MPF de Brasília, por supostas fraudes em negócios com fundos de pensão patrocinados por estatais. A informação também tirou o dólar de perto da estabilidade para uma alta modesta (R$ 3,8663) e reduziu um pouco a queda dos juros futuros no after market. 

Lá fora, as bolsas americanas reverteram as perdas após os comentários mais otimistas de autoridades da China e EUA sobre o encontro do G20, que ocorreria no final de semana, em meio à expectativa sobre o andamento das conversas sobre comércio. A China vê consenso crescente sobre as negociações a respeito do comércio. O petróleo recuperou um pouco das perdas após o Conselho da Comissão Econômica da Opep sugerir um corte de 1,3 milhão de barris na produção diária para estabilizar os preços

O mês de novembro foi bastante volátil, apesar da definição do quadro político local. O Ibovespa registrou alta de 2,43%, depois de variar entre os 84.030 e os 90.245 pontos. O dólar subiu 3,72%, segunda pior performance, depois de ter variado entre R$ 3,68 e R$ 3,93. As bolsas americanas subiram na casa do 1% (Dow +1,68%, S&P + 1,79% e o Nasdaq +0,34%). O petróleo teve mais um mês de perdas fortes, foram mais 22%, depois de ter caído 11% em outubro.

A semana e o mês começam com as ações globais disparando após a reunião do G-20 terminar com a trégua entre EUA e China na guerra comercial, enquanto acordo entre Rússia e Arábia Saudita impulsiona o petróleo. Alívio externo pode ajudar os ativos por aqui. Dólar deve ceder com ganhos de moedas emergentes e commodities. Semana de agenda forte, com payroll e IPCA, começa hoje com PMI, ISM e fala de Clarida nos EUA. 




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