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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 02/07/2020

Ontem: A notícia de um teste promissor de vacina da Pfizer e BioNtech contra o coronavírus e o ISM acima do esperado nos EUA aumentaram o apetite por ativos de risco no mundo e ao enfraquecimento do dólar, beneficiando também os emergentes. O otimismo acabou por ofuscar o aumento de casos de infecções na pandemia, pelo menos por ora. Dados econômicos melhores em vários países apontam para uma recuperação, ainda que lenta. Por aqui, o dólar tombou quase 3%, na maior baixa desde o começo de junho, e a bolsa subiu mais de 1%, retomando os 96.000 pontos. Os juros futuros seguiram em queda nos vértices médios e longos, na mesma toada de redução de prêmios de risco. LÁ FORA, o S&P 500 subiu pela 3ª sessão e o índice Nasdaq renovou recorde.


Hoje: Expectativa sobre continuidade de dados positivos do mercado de trabalho nos EUA sustenta alta nas bolsas e queda do dólar no exterior. Payroll sai 9:30 e deve mostrar criação de 3,06 milhões de postos em meio à retomada da atividade mesmo com casos crescentes de Covid-19 no território americano. Pedidos de seguro-desemprego e de encomendas nos EUA também saem hoje, véspera de feriado por la. No Brasil, número de mortos em decorrência do vírus supera 60.000, mas analistas sugerem que o pior do efeito da pandemia na economia ficou para trás. Produção industrial pode ajudar a balizar quadro da atividade, mas de maio. Senado deve promulgar hoje adiamento das eleições municipais, aprovado ontem na Câmara.


Bom dia a todos.

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