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  • Pedro Hernandez

Morning Call - 02/06/2020

Ontem: O dólar subiu pela segunda sessão em três e o real teve o pior desempenho entre principais moedas globais e emergentes, mesmo com enfraquecimento da moeda americana no mercado internacional. BC limitou avanço das cotações com dois leilões de dólar à vista, nos quais vendeu um total de R$ 530 mi. Analistas apontam a turbulência política interna, as sequências de quedas nas duas últimas semanas e fluxo de saída como razões para performance tão descolada do real frente aos pares. Já o Ibovespa retomou o patamar de 88.000 pontos, com alta de 1,4% e a busca por papeis descontados que se tornaram mais atraentes com a perspectiva de reabertura em várias regiões. Exterior ajudou com foco dos investidores em sinais de recuperação econômica. Os juros futuros encerraram sessão regular perto da estabilidade. LÁ FORA, as bolsas americanas subiram com investidores focados em sinais de recuperação econômica com a retomada da atividade em meio a tensões adicionais com a China e protestos após o assassinato de George Floyd pela polícia.


Hoje: As bolsas e as commodities sobem e o dólar cai no exterior com os sinais de retomada da atividade econômica global ajudando o mercado a relevar o desconforto com os protestos nos EUA, mesmo após presidente Trump ter ameaçado usar tropas contra os atos. Expectativas de estímulos na Alemanha e de extensão dos cortes de produção de petróleo, além dos receios com ofertas de metais na América Latina, também motivam os mercados. No Brasil, a tensão entre poderes segue no radar com nova advertência de Maia, apesar do aceno de trégua de Celso de Mello, que arquivou pedido de apreensão de celular de Bolsonaro, segundo os jornais. Agenda reduzida traz dado de venda de veículos da Fenabrave. No corporativo, Petrobras diz que pode suportar petróleo a US$ 20 e Vale espera mais embarques para a China.


Bom dia a todos.

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