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  • Mateus Cosac

Morning Call - 02/01/2019

O Ibovespa fechou o último pregão do ano no maior avanço em dois meses (+2,84%), a despeito da volatilidade dos índices americanos na sexta, e cravou a terceira alta anual seguida, subindo 15,03% em 2018. O Ibovespa foi o único índice acionário a avançar em 2018 (quadro abaixo). O dólar passou a tarde próximo à estabilidade e assim fechou o dia, encerrando o ano em alta de 14,66%, uma das piores performances entre a cesta de moedas e o segundo avanço anual seguido e o maior desde 2015. No mercado de juros futuros, onde as expectativas inflacionárias estão ancoradas e a percepção é de Selic inalterada por um bom tempo, a derradeira sessão do ano foi semelhante às anteriores, com pouca alteração nas taxas, viés de baixa e pouco volume de negócios.

No exterior, as bolsas americanas encerraram a sexta entre a estabilidade e leve queda e protagonizaram o pior mês em anos, entregando praticamente todo o desempenho do ano. Encerraram 2018 em queda (quadro abaixo), assim como os índices europeus e asiáticos. Foi o pior ano desde 2008 para as bolsas internacionais. O dólar teve um ano de ganhos fortes, só perdeu para o iene e empatou com o peso mex. Todas as outras moedas perderam forte da moeda americana em 2018. O petróleo em NY encerrou o ano cotado a USD 45,33 o barril, queda de 25% no ano.

O ano começa com o mesmo mood que terminou, ou seja, pelo otimismo com a eleição de Jair Bolsonaro, que tomou posse ontem, e prometendo não só realizar a reforma da Previdência como adotar uma linha liberal em seu governo e com bastante preocupação em relação aos desdobramentos da guerra comercial entre EUA e China e também em relação a expectativa de uma recessão nos EUA.






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